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POLÍCIA MILITAR O ALICERCE DA SOCIEDADE!

Os desafios de manter a sociedade em segurança foi destinada às forças policiais, dessas, cabe a polícia militar o exercício do policiamento ostensivo e preventivo. Em razão do poder de polícia inerente ao Estado, tem como missão primordial além do cumprimento da lei, a preservação da ordem pública e da incolumidade física do cidadão e do patrimônio.

O Governo tem o dever de garantir segurança pública, pois, se trata de Política de Estado, e não de meras aventuras administrativas de um governo, daí sua necessidade primordial de manutenção dos investimentos nessa área de forma permanente.

Entretanto, no Brasil, em regra, as políticas de segurança pública têm servido apenas de paliativo a situações emergenciais, sendo deslocadas da realidade social, desprovidas de perenidade, consistência e articulação horizontal e setorial. E o policial é chamado à lutar sozinho, enquanto, o Estado, ignora-o!

A falência do sistema tem demonstrado a fragilidade das políticas malfadadas que governantes teimam em adotar com intentos animalescos às vésperas eleitorais, cujo, o lema é vender uma falsa sensação de segurança. Programas são anunciados, papéis e formulários são confeccionados, vez ou outra surge uma injeção de ânimo com dose reduzida e de curta duração, enfim, só uma forma de abrandar temporariamente os ânimos.

Solitariamente, o policial caminha no exercício do sacerdócio e da clausura que escolheu como bandeira para defender. As técnicas e os procedimentos táticos operacionais lhe garantem o retorno ao convívio familiar. A missão cotidiana é sempre bem-sucedida. Reconhecimento? Ainda, não, pois, nossa sociedade ainda guarda resquícios de ódio e ranço contra seus defensores. Satisfação? Sim, essa é pessoal, aliás, sabe que exerceu sua função com a maior maestria e honra, garantindo o retorno para o reinicio da luta.

Quisera eu, fazer com que os governantes entendessem tão nobre função sem ter que apontar os defeitos, sem ter que questionar ações, sem ter que dizer das mazelas, sem ter que afirmar da inversão dos Direitos Humanos, da falta de assistência à saude e psicológica, etc. E tão logo fosse ouvido, o reconhecimento fosse verdadeiro, real, sem picuinhas da politicagem, sem boicotes anunciados, mas, só e unicamente ampliar nossa participação como verdadeiros alicerces contribuintes das riquezas deste país.

Portanto, emancipar direitos é garantir dignidade do policial, é ampliar a segurança pública, é zelar pelo cidadão, pois, o que ainda nos move é a satisfação de servir e proteger.

Autor: Assessoria