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​Dois suspeitos de atear fogo na invasão Buritizal Verde é encontrado morto em Manaus

Izaque Santos da Silva. (Foto: Arquivo Pessoal)
​Dois suspeitos de atear fogo na invasão Buritizal Verde é encontrado morto em Manaus
Geovanni

Dois corpos decapitados foram encontrados em uma área de mata localizada, no km 2 do ramal Santo Antônio, próximo ao km 47 da rodovia estadual AM 010, que liga Manaus ao município de Itacoatiara. Os corpos da dupla foram encontrados por populares na tarde deste sábado (3).


De acordo com populares eles são acusados de iniciar o incêndio criminosos na invasão Buritizal Verde é estavam ameaçando moradores considerandos X9 (Fofoqueiros) “A orientação era dizer que era os policiais se não morria” disse um morador de bem que teme por represálias.

Em depoimento um dos acusados no envolvimento na morte do Soldado da Polícia Militar Portilho, confirmou que a ordem de toca fogo era pra acabar com as casas dos X9 e testemunhas.

Levantamento da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) aponta que 32 famílias da ocupação irregular Buritizal Verde, na Zona Norte de Manaus, tiveram seus casebres destruídos pelo incêndio que ocorreu no local, no dia 30 de maio, e estão em situação de risco social. Segundo o levantamento, as famílias perderam tudo o que tinham, inclusive documentos pessoais.

Morte do PM Portilho

O corpo do soldado da Polícia Militar Paulo Sérgio Portilho, de 34 anos, foi encontrado na tarde do dia 30 de maio, enterrado em uma área da Invasão Buritizal Verde, no bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus.

O PM foi visto pela última vez no dia 26 de maio, quando saiu da casa dele, no conjunto Águas Claras, bairro Cidade Nova, Zona Norte, por volta das 22h, para uma pizzaria no conjunto Campos Sales, no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) informou que uma força-tarefa foi criada para apurar o desaparecimento do policial militar.

“Ele saiu de moto para trabalhar na sexta-feira a noite e não retornou no sábado. No fim de semana ele faz serviço numa pizzaria, que fica perto do Tarumã, mas ele não chegou lá”, disse a irmã do policial, a técnica de laboratório Márcia Cristian da Silva, de 37 anos.

A familiar explicou que o policial trabalhava no Comando Geral no bairro Petrópolis, na Zona Sul, e no fim de semana presta serviço na pizzaria. A motocicleta dele ainda não foi localizada.

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