Ministro do MDA Afonso Bandeira

Brasilía-DF. Na semana passada a CONDSEF (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), CNASI (Confederação Nacional dos Servidores do INCRA) e ASSENDA (Associação dos servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário) foram recebidas em reunião pelo Ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Bandeira, o presidente do INCRA, Rolf Hackbart e gestores do MDA. CONDSEF e CNASI cobraram explicações sobre matérias recém divulgadas de uma possível divisão no ministério. As entidades questionaram se há uma política definida para reforma agrária e ordenamento fundiário.

A intervenção dos gestores deixou claro que não haverá divisão no INCRA, tampouco sua extinção. O ministro, que participou apenas de uma parte da reunião, disse que vai reforçar a interlocução com entidades sindicais e movimentos sociais. Para entender melhor as demandas e reivindicações da categoria o ministro confirmou nova reunião com a CONDSEF e CNASI, porém, a ASSENDA será recebida em outra data.

A CONDSEF espera que o ministro busque a participação dos trabalhadores na construção de projetos capazes de fortalecer o INCRA. A entidade quer propor uma agenda que discuta entre outros temas a valorização dos servidores, capacitação, questões funcionais, abertura de concursos públicos que permita o funcionamento adequado do INCRA e MDA. Bandeira informou que ainda não havia recebido as entidades devido ao período de transição por que passava o MDA. Mas agora reforçou que espera que o diálogo sirva para consolidar propostas conjuntas que possam fortalecer a missão do ministério. A expectativa é que a abertura permanente de diálogo sirva para consolidar propostas e projetos que beneficiem servidores, o ministério e a população.

Erradicar a pobreza extrema – Na reunião os gestores falaram sobre as intenções do governo em definir políticas que busquem a erradicação da pobreza extrema no País. Reforma agrária e ordenamentos fundiários fazem parte dessa política, além da regularização fundiária e fomento de segurança alimentar. Para consolidar esse projeto serão necessários instrumentos eficazes que busquem incluir cerca de 600 mil famílias espelhadas pelo Brasil ainda invisíveis às políticas públicas. Para efetivar essas propostas, que também são promessas de campanha da presidente Dilma, MDA e INCRA terão papel fundamental na implantação dessas políticas.

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