Na noite desta segunda-feira (1) eles participaram da formatura de despedida, e a partir de agora, esperam pelos dez escalões de embarque que sairão de Manaus com destino a Porto Príncipe.
Soldados do Amazonas que se preparam para ir ao Haiti participaram de uma cerimônia nesta segunda-feira. Foto: Arlesson Sicsú

Manaus – Pelo menos 259 homens amazonenses começam a se despedir de suas famílias para embarcar ainda neste mês de agosto para a Missão de Paz no Haiti. Na noite desta segunda-feira (1) eles participaram da formatura de despedida, no 1o Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), e a partir de agora, esperam pelos dez escalões de embarque que sairão de Manaus com destino a Porto Príncipe.

Pelo menos 833 militares representando o Amazonas, Pará e Roraima, serão enviados para substituir aqueles que já estão em missão. Além das autoridades militares presentes no local, esteve também o governador em exercício José Melo, que entregou a bandeira do Amazonas para o militar mais antigo do grupo da Força de Paz. Este será o 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz no Haiti 1/15.
De acordo com o general-de-exército e comandante militar da Amazônia, Luís Carlos Gomes Mattos, o objetivo é que estes homens e as duas mulheres que também irão embarcar, componham a tropa na Missão de Estabilização de Paz no Haiti que o Brasil cumpre há 8 anos. “Esse nosso batalhão vai para ficar seis meses e o nosso trabalho é ajudar nesse processo depois da guerra e do terremoto, que destruiu ainda mais o país”, destaca ele.
Familiares e amigos lotaram a cerimônia. Após 19 anos casada com um militar, a dona de casa Darly Andrade, 35, lamenta a ida do esposo, por conta dos filhos mais novos, mas sabe da importância da viagem para a carreira do marido. “Nós nunca ficamos tanto tempo distantes. Ele já viajou mais vezes, a última vez que ele foi pra Roraima, passou um mês e eu já senti saudades”, conta Darly, que prometeu uma festa de despedida para o marido, Cabo Almeida.
Na cerimônia, os soldados fizeram um juramento. “Dai-nos também Senhor a esperança e a certeza do retorno”, dizia um trecho do juramento. Em seu discurso, o comandante da Amazônia falou da importância da missão para os homens. “Não são simplesmente soldados. São soldados brasileiros preparados e adestrados para muito bem representar o Brasil no exterior”, falou Mattos.
Daqui a 6 meses as famílias esperam pelo reencontro.
Fonte: Diário da Amazônia
Jornal de Humaitá – O portal de notícias do Amazonas
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