O documento alinhavado na Comissão do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, presidida por Castro, conta com os pontos convergentes que foram agregados a partir da coleta de propostas de representantes do Idam, Sepror, Inpa, Idesam, OCB e FAEA.

Essas contribuições foram recebidas em reuniões coordenadas pela Comissão do Meio Ambiente, desde a audiência pública realizada no dia 28 de junho, na ALE, que discutiu o impacto do Código Florestal para a região.
Depois da audiência, outras quatro reuniões foram realizadas com representantes desses órgãos para que os pontos convergentes fossem colhidos e acrescidos ao documento original do Código Florestal.
Dentre as propostas, estão a que garante o uso da várzea amazônica para o cultivo responsável pelas populações tradicionais ribeirinhas, desde que respeitada as restrições para o uso de agrotóxicos.
Também foram acrescentados no texto original referências aos fragmentos florestais urbanos, que segundo Luiz Castro foram esquecidas na proposta inicial. Outra contribuição se refere à necessidade de melhor instrumentalizar os órgãos ambientais para o trabalho de fiscalização que deverá ser ampliado com as novas regras previstas pelo Código.
De acordo com Castro, a versão original do documento também é omissa no que se refere aos instrumentos que poderão ser utilizados na recuperação de áreas desmatadas e no desenvolvimento econômico sustentado. A proposta local faz referência à necessidade de se definir a fonte desses recursos.
O deputado acrescenta ainda que o documento também inclui aspectos geográficos locais que foram omitidos pela nova proposta de Código, feita com um foco nacional, sem atentar para as especificidades regionais.
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