Veja: Videos e Fotos do Teporal que destruiu boa parte da cidade de Humaitá.

Humaitá (AM) – O forte temporal que caiu nesta quarta-feira (31) durante a tarde, derrubou árvores e deixou vários bairros sem água e luz em Humaitá. Ventos de até 100 km/h arrancaram várias árvores e derrubaram postes de energia elétrica. A região Central da cidade foi uma das mais atingidas. No Bairro de São José, na avenida Brasil, duas árvore caiu em cima de duas casa. Ninguém ficou ferido.



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Temporal provoca em varias residencias estragos e deixa 2 feridos no Estadio Municipal Arlindo Braz Da Silva ( Madeirão ) na hora do vento times infantis entre 08 e 14 anos estavam no local. Segundo Eletrobras, os estragos na rede elétrica deixaram os mais de 20 mil domicílios sem energia na cidade. As regiões mais destruídas foram o Centro da Cidade, São José e Santo Antônio. A cidade ficou sem energia por um breve período, mas ainda falta fornecimento na maioria dos bairros. No Bairro de Santo Antônio caio na avenida Gusmão pelo menos 1 postes e todo bairros permaneciam sem luz até as 20:30hs. Com a queda de energia, o fornecimento de água foi interrompido parcialmente em toda cidade. não a informações de barcos afundados na região.

Cobertura do Estadio Arlindo Braz da Silva jogada na rua Cinco de Setembro
Foto: Ohana Mariae
CONHEÇA MAIS SOBRE A TEMPESTADE NA AMAZÔNIA

Pesquisadores brasileiros e americanos divulgaram um estudo sobre a maior tempestade já registrada na Floresta Amazônica – uma super-tempestade. Ninguém conhecia os efeitos dessa tempestade nas regiões de floresta da Amazônia. Revistas científicas publicaram um estudo de pesquisadores brasileiros e americanos que prova que o impacto do temporal na floresta foi muito maior do que se podia se imaginar.

Em 16 de janeiro de 2005, nuvens de chuva formaram uma linha de tempestades de mais de mil quilômetros de comprimento, que começou a cruzar a Amazônia a partir da fronteira com a Bolívia, até o Oceano Atlântico. “Essa linha de tempestades caminhou a 50 km/h, 60 km/h, 70 km/h, demorou dois dias para atravessar a Bacia Amazônica”, explicou o meteorologista Carlos Nobre.

As nuvens carregadas de chuva provocaram ventos fortes, responsáveis por um fenômeno destruidor. “Os meteorologistas denominam esses ventos que saem dessas tempestades e chegam na superfície como – em inglês – downburst, quer dizer, o vento que desce e explode na superfície”,conta Carlos Nobre.

O downburst é formado em nuvens altas, até 20 quilômetros da superfície. Um vento forte e frio desce muito rápido, pode passar de 100 km/h. Em 2005, na Amazônia, chegou a 140 km/h, uma velocidade nunca antes registrada na região, que seria suficiente para formar um tornado. Assim que toca o chão, o vento sobe e causa a chamada explosão.

A força dos ventos é tanta, que pode até derrubar aviões. Em 2003, uma aeronave saiu de São Luis, no Maranhão, em direção a Belém. No caminho, o piloto se deparou com um downburst e o avião caiu.

O fenômeno também acontece em outras partes do Brasil e do mundo. A diferença é que esse de 2005 na Amazônia foi muito maior. Reuniu dezenas de tempestades alinhadas, que causaram estragos ao longo de três mil quilômetros. Depois da tempestade, fotos de satélite mostraram clareiras em uma parte da floresta onde não há desmatamento causado pelo homem. Os cientistas então ampliaram a análise para toda a área atingida pelo fenômeno: 2,5 milhões de quilômetros quadrados. E afirmam: mais de 500 milhões de árvores caíram durante os três dias de tempestade na região..

Redação: Jornal de Humaitá

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