1.496 pessoas já foram identificadas com dengue na última semana.
Segundo FVS, incidência da doença no estado está controlada.

A epidemia de dengue verificada em 2011 no Amazonas não deve se repetir este ano. A quantidade de casos registrados em uma semana, este ano, é 35 vezes menor do que o identificado na mesma semana do ano passado pelo Ministério da Saúde (MS). A previsão da Fundação de Vigilância Sanitária (FVS) é que a epidemia de dengue não se repita, mas a orientação do órgão é que se continue a tomar medidas que evitem a proliferação do mosquito Aedes-Aegypti nos municípios amazonenses.


Dados do Ministério da Saúde (MS), divulgados nesta terça-feira (6), apontam que entre os dias 28 de fevereiro a 3 de março de 2011, 36.212 pessoas contraíram dengue no Amazonas. No mesmo período de 2012, foram verificadas 1.496 atingidos com a patologia. Dois casos de dengue grave já foram confirmados. Na mesma semana, em 2011, foram registrados 199 pacientes e 13 óbitos ocasionados pela infecção. O período para pico de transmissão da doença é de março a abril nos estados brasileiros. De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), a alta transmissão ocorre mais cedo no Amazonas, de janeiro a abril.

“O nosso período crítico é maior. A quantidade de casos registrados no ano passado caracterizou a epidemia mas este ano a situação está mais amena. Os casos estão sendo tratados”, afirmou o presidente da FVS, Bernardino Albuquerque.

De acordo com Bernardino Albuquerque, Tefé, Humaitá e São Gabriel da Cachoeira são as cidades amazonenses com maior incidência da patologia no estado. “Hoje, a situação da dengue está controlada e estamos com equipes atuando nos municípios em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, mas não é por isso que temos que deixar de fazer a nossa tarefa de casa e evitar a proliferação do mosquito”, disse ao G1 ao explicar que os cuidados com água parada para evitar a formação de criadouros dos Aedes Aegypti devem continuar.

“O período chuvoso ajuda o mosquito a se proliferar. Então, se houver necessidade de estocagem da água, por exemplo, é necessário cobrir os recipientes. O lixo em terrenos baldios também pode acumular água. É importante que todos possam aderir a campanha de controle para evitar a repetição da epidemia verificada no ano passado”, finalizou Bernardino.

Fonte:http://g1.globo.com/

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