SÍNTIA MACIEL – A Crítica

Na expectativa de que o hipermercado de origem francesa vendesse uma lavadora de roupas, com o preço inferior ao anunciado pela concorrência, cliente foi surpreendido com um não

Manaus-AM. Ao tentar comprar uma lavadora de roupas da marca Electrolux, no Carrefour do Amazonas Shopping Center, no bairro Parque Dez de Novembro, Zona Centro-Sul de Manaus, utilizando o Compromisso Público Carrefour – que afirma comercializar produtos abaixo dos preços praticados pela concorrência -, o jornalista Fábio Alencar além de não conseguir adquirir o eletrodoméstico, constatou que tal compromisso não funciona na prática.


A referida lavadora estava sendo vendida a R$ 399,00, nas lojas Ramsons, conforme o encarte do grupo, divulgado neste domingo (4).

Ao se dirigir ao Carrefour na expectativa de que o hipermercado de origem francesa fizesse uma contraproposta no valor do produto – conforme prega o compromisso registrado em cartório -, Alencar foi informado pelo responsável pelo setor de eletrônicos da loja do Amazonas Shopping Center que não poderia vender a máquina por um valor menor que o anunciado pela concorrência.

“A mesma lavadora no Carrefour estava sendo vendida a R$ 826,00, e o gerente disse que não poderia vender a um preço inferior aos R$ 399 da concorrente, porque aquele valor era impossível de ser praticado”, explica Fábio.

Segundo ele, o funcionário do Carrefour insistiu que o preço da lavadora de roupas anunciado no encarte da Ramsons estaria errado, podendo estar passível de uma correção no dia seguinte.

“Estive na Ramsons o vendedor confirmou o preço do encarte. Não adquiri o produto de imediato, por que confiei na propaganda do Carrefour, no compromisso registrado em cartório de cobrir o preço da concorrência”, desabafa.  

Entretanto, como a procura pelo produto foi bastante intensa neste domingo, até mesmo a máquina que se encontrava no mostruário da loja – que estava com uma pequena avaria -, acabou sendo adquirida.

“Cheguei a levar o rapaz que havia adquirido a última peça, para que o funcionário do Carrefour atestasse a veracidade do preço com a nota fiscal da compra, mas mesmo assim ele não se deu por convencido”, observa.

Ainda segundo ele, ao tentar falar com o gerente geral responsável pela loja, o mesmo não estaria no local, naquele momento.

“Fiquei sem comprar o produto por confiar no Carrefour. Da próxima vez não vou perder o meu tempo, porque a proposta deles de que cobrem o preço  do concorrente hoje não funcionou”, disse Alencar, que também prometeu cancelar o cartão da rede varejista.

O portal acrítica.com tentou falar com um dos diretores do Carrefour em Manaus, pelos telefones 81xx-78xx e 81xx-41xx, mas os mesmos estavam fora de área.

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