25,2 mil pessoas foram atingidas pela cheia, diz Defesa Civil. Outras cidades da região estão em situação de emergência

O município de Humaitá, distante 590 km de Manaus, enfrenta desabastecimento de energia, água, alimentação e medicamentos devido o isolamento da BR-230 e da BR-319, que ligam a região à Rondônia e ao Acre. A cidade está isolada por conta da cheia do Rio Madeira. Nessa quarta-feira (26), a prefeitura do município decretou  estado de calamidade pública.

A Defesa Civil do Amazonas divulgou, nesta quinta-feira (27), o número de pessoas afetadas pela cheia dos rios no Amazonas. Segundo o pasta, o número de afetados já chega a 25,2 mil em todo estado. No entanto, apenas cerca de 20 mil pessoas encontram-se abrigos. Cerca de 5 mil pessoas continuam desalojadas.

Seis cidades estão em situação de emergência: Pauini, Guajará, Ipixuna, Boca do Acre e Lábrea. Manicoré está em alerta máximo. Canutama, Novo Aripuanã, Eirunepé estão em atenção.

Parte das ações de apoio a área afetada depende do transporte aéreo. Uma solicitação de apoio aéreo às áreas isoladas, para abastecer os municípios de Boca do Acre, Humaitá e Lábrea, foi enviada ao Secretário Nacional de Defesa Civil, General Adriano Perez. Os municípios passam por dificuldades com a falta de itens básicos para a sobrevivência.

A previsão meteorológica, segundo a Defesa Civil do AM, é de que a região seja afetada por chuvas torrenciais e tempestades até o dia 13 de março. Até lá, toda a calha do Rio Madeira pode ser afetada de forma intensa em suas áreas rurais e urbanas.


Redação e fonte: G1 AM
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