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Defesa Civil do Amazonas e UEA ampliam a rede de monitoramento meteorológico da ponte Rio Negro

Defesa Civil do Amazonas e UEA ampliam a rede de monitoramento meteorológico da ponte Rio Negro
(Foto: Divulgação)

FOTO: DIVULGAÇÃO/DEFESA CIVIL DO AMAZONAS

Técnicos da Defesa Civil do Estado e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realizaram nesta quarta-feira, 20 de abril, a troca da estação meteorológica da ponte Rio Negro. O novo equipamento, agora automático, permite que os dados sejam emitidos via internet, com sistema de alerta à Defesa Civil, que decide, mediante as informações, pela interdição ou não da via durante fortes chuvas.

“Com esse novo sistema, vamos receber as informações com maior rapidez e precisão. Em caso de chuva com rajadas de vento que alcance naquela área a média de 50 a 60 quilômetros por hora, vamos avaliar a necessidade de interditar a ponte e assim garantir a segurança da população”, enfatizou o secretário da Defesa Civil do Amazonas, coronel Fernando Pires Junior.

A primeira estação instalada por meio da cooperação técnica entre a Defesa Civil do Estado e a UEA foi em 2011 e, ao longo desse período, a leitura dos dados ocorria de forma manual. Tanto o método antigo, quanto o atual automatizado, monitoram as variáveis do tempo (chuva, velocidade do vento, umidade relativa do ar, previsão atmosférica e temperatura), na zona oeste de Manaus, onde está localizada a ponte Rio Negro.

“Esse instrumento é de extrema importância e tem vários objetivos. Um deles é que fornece para cientistas, meteorologistas e órgãos, o acesso instantâneo a dados ambientais em qualquer lugar, a qualquer hora, através da Internet”, garantiu o professor doutor do Curso de Meteorologia da UEA, Rodrigo Augusto Ferreira de Souza.

O novo sistema montado hoje contou com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) e estará em teste até a próxima semana.

Interdição- A primeira interdição da ponte, realizada pela Defesa Civil do Estado, ocorreu no dia 14 de novembro de 2011, por conta da nebulosidade e falta de visibilidade, pelo período de nove minutos. O último fechamento foi no mês de fevereiro de 2016.

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