A diversidade cultural brasileira foi expressa com danças e comidas típicas durante a 14a edição do Festival Cultural do Colégio Militar da Polícia Militar, realizada na noite dessa quarta-feira, 6 de julho, no Clube dos Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica (Cassam), no bairro São Lázaro, zona sul de Manaus. Mais de duas mil pessoas prestigiaram o evento que demonstrou, de maneira lúdica e divertida, as características folclóricas das regiões brasileiras.

Das fantasias às performances no palco, o objetivo era contar a importância das lendas que ajudaram a construir o imaginário sociocultural do povo brasileiro. Conforme o gestor do Colégio Militar da Polícia Militar e organizador do festival, Coronel César Gomes, a intenção foidemonstrar um retrato do povo brasileiro nas suas danças, costumes e sabores.

“Todos os nossos alunos colocaram em prática o que aprenderam em sala de aula. Unimos a diversão com o aprendizado necessário para a formação sociocultural deles. Aproveito para agradecer a todos que apoiaram e se empenharam para fazer essa grande festa”.

A aluna do terceiro ano do ensino fundamental, Dália Frazão, 8 anos de idade, apresentou a Lenda do Diamante da região do centro-oeste brasileiro. A história retrata como Tupã, o deus dos índios, transformou as lágrimas da índia Potira em diamantes, que representam a saudade e o amor da índia Potira por Itagibá.

“Meu coração bateu forte antes de dançar, mas foi muito bom poder se divertir dessa maneira”, contou Dália ao lado de sua mãe, Margareth Frazão, que enfatizou a importância do ensino sobre a cultura brasileira para o aprendizado da filha. “Gostei muito dessa abordagem que fizeram com os alunos porque resgata ensinos relevantes para o conhecimento de todos eles”.

E se é do folclore brasileiro que todos estavam falando, nada melhor do que retratar os personagens do Festival Folclórico de Parintins. Lucas Cabral, de 7 anos, fez a dança do Pajé, com a evolução de um Lagarto. “Eu vejo com uma oportunidade tanto para os filhos quanto para, nós, que somos pais, de aprender mais e valorizar o que faz parte da nossa raiz cultural”, disse a mãe de Lucas, a autônoma Cléia Farias.

FOTOS – ROBERTO CARLOS / SECOM

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