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Plataforma virtual comercializa produtos da Amazônia

Plataforma virtual comercializa produtos da Amazônia

Foto: Divulgação

Foto: Reprodução

Com pensamento de expandir o comércio de produtos oriundos da Amazônia para outros países, empreendedores de Manaus criaram, com apoio do Governo do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o “Amazon Forest Trading”, ou “Floresta Amazônica em Negociação, uma plataforma virtual que disponibiliza matérias-primas regionais para venda, tudo de forma sustentável preservando a floresta.

Desenvolvido no âmbito do Programa de Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica em Micro e Pequenas Empresas (Tecnova), é possível com apenas um clique na página amazonforestrading.com.br conhecer os principais produtos em exposição, ver detalhes, descrição do material e fazer orçamento para efetuar a compra.

O trabalho que é desenvolvido pela empresa Liga Consultoria Técnica e Projetos em parceria com a Portela Woods busca o desenvolvimento de mercados para produtos, preservando a floresta e, viu neste mercado uma oportunidade de aproximar o comprador e o vendedor.
Entre os produtos em exposição na plataforma estão o açaí (polpa, pó e misturas), óleos como: pracaxi, açaí, andiroba, copaíba, castanha do Brasil e produtos madeireiros, “decks”, móveis e casas de madeiras.

Valorizando o trabalho local, um dos responsáveis pelo projeto, Alexandre Rivas, disse que a ideia principal da plataforma é de fazer com que comprador e vendedor conversem. “Qual é o problema que acontece muito na região? A pessoa produz o açaí no Amazonas, mas quem compra está nos Estados Unidos, por exemplo. Sabe quando eles vão conversar? Nunca. A ideia é desenvolver um sistema onde pudéssemos colocar em contato tudo isso. Passar para por uma plataforma”, explicou Rivas.

O “Amazon Forest Trading” oferece um leque em opções de produtos do mercado amazônico facilitando a busca para o comprador e ainda irá movimentar economia do Amazonas por meio da venda e exportação dos materiais. “Nosso trading é diferente. É a ideia de comércio da Amazônia. Toda a exportação que foi feita por aqui, foi contratada pela o trading daqui. Sabemos que o mercado tem retorno, mas que é preciso que ter um planejamento para atender as demandas de outros locais”, enfatizou Rivas.

*Jornal de Humaitá – Com informações da assessoria.

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