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NOTA (Atualizadas) – UMANIZZARE

NOTA (Atualizadas) – UMANIZZARE
NOTA (05/01/2017) – ESTRUTURA DA UMANIZZARE
A Umanizzare é uma empresa sede em São Paulo com escritório na avenida Faria Lima, 4221, 2o andar. É uma sociedade anônima que tem gestão corporativa que segue as melhores práticas de governança do mercado, conforme as regras das S.A, com direção e corpo executivo profissionalizados.
As empresas controladoras da Umanizzare, bem como as suas representantes legais, nāo atuam na gestão direta da empresa sendo essa, a cargo da diretoria executiva constituída para esse fim.
A empresa possui mais de 50 colaboradores diretos somente na central de Sāo Paulo e cerca de 2 mil funcionários espalhados nas diversas unidades cogeridas por ela no Brasil.
O modelo societário escolhido para a Umanizzare visa preservar, pela característica da sua atividade empresarial, a segurança de seus sócios e da sua direção.

Nota 3 – Umanizzare
As atividades executadas pela Umanizzare impactam nos custos
As unidades prisionais geridas em regime de cogestão com o Estado executam, além do previsto em lei, uma série de programas e projetos que visam a reeducação e a ressocialização dos internos.
Os projetos da Umanizzare são realizados em ambiente adequado e compreendem, por exemplo, atividades como:
·      Projeto Bambu – educacional preparatório para o Exame Nacional para a Certificação de Competências de Jovens e Adultos – ENCCEJA e para o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM.
·      Remissão pela Leitura – incentiva a leitura de livros com a redução de pena.
·      Núcleo de Aprendizado Profissional – aplicação de cursos profissionalizantes.
·      Projeto “O Pequenino” – criação de espaço para acolhimento infantil especial em dias de visitas.
·      Planejamento Familiar e prevenção às DSTs e AIDS.
·      Espaço com terapias integrativas.
·      Projeto Mãos Livres – artesanato.
·      Formação de Agentes Promotores de Saúde.
·      Oficina de “Teatro Olho Mágico”.
·      Casamento Coletivo.
·      Ações em datas comemorativas.
Além desses projetos, foram realizados em 2016, apenas no COMPAJ, 53.798 atendimentos – por advogados, assistentes sociais, dentistas, educadores físicos, enfermeiros, médicos, psiquiatras e psicólogos. Para se ter ideia, os profissionais da Umanizzare promoveram, em média, quatro atendimentos ao mês, por preso.

Sobre os valores dos contratos

Os valores praticados são aplicados com base nas atribuições contratuais. Uma unidade prisional em modelo de cogestão possui obrigações contratuais, além dos projetos e serviços citados acima, que devem ser cumpridas pela Umanizzare e são controladas pelo Estado, tais como:
·      Limpeza, conservação predial, manutenção dos equipamentos e estrutura disponibilizada aos apenados.
·      Alimentação balanceada.
·      Assistência material, incluindo lavanderia, rouparia, kits de higiene pessoal.
·      Assistência jurídica, incluindo acompanhamento de processos.
·      Sistema de segurança eletrônica, com gravação de imagens.
·      Sistema informatizado de gestão integrada da Unidade Prisional.
A estrutura oferecida pela Umanizzare, bem como os programas desenvolvidos nas suas unidades, não permitem comparação com valores praticados nos presídios geridos exclusivamente pelo poder público, já que nessas unidades o preso geralmente não dispõe de tais atividades e estrutura. Além disso, cada unidade prisional possui um custo específico, variando de acordo com o tamanho da unidade e o tipo de regime: aberto, semiaberto ou fechado.
Sobre a superlotação das unidades
A empresa não controla a quantidade de presos que são destinados para a unidade. Ela recebe do sistema judiciário e do Estado a ordem para acolher o detento. A superlotação é uma infeliz realidade no modelo prisional brasileiro e, efetivamente, compromete a gestão. Os gastos e investimentos feitos pela Umanizzare em manutenção da infraestrutura e nos serviços prestados aumenta em proporções maiores que a superlotação.
Na iniciativa privada, ao contrário do que acontece na gestão pública, uma das principais atividades é a remissão de pena. Na cogestão da Umanizzare, os números de remissão são expressivos. Os projetos da Umanizzare no Compaj, apenas em 2016, reduziram mais de 10 mil dias nas penas, o que representa uma economia efetiva para o Estado a médio e longo prazo.
 José Luiz Longo

NOTA  (4 de janeiro) – UMANIZZARE

 

A Umanizzare, mais uma vez, lamenta profundamente a tragédia ocorrida no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus.
A empresa julga importante esclarecer seu papel na gestão conjunta da unidade prisional. Pelo regime de cogestão, o Estado cuida das atividades-fim, tais como:
·       Alocação nos presídios, incluindo a quantidade de vagas e presos em cada unidade.
·       Todo o comando da unidade, sendo sua direção executada por servidor público indicado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária.
·       Disciplina, uso de força, segurança e vigilância armada dos detentos (exercício do poder de polícia, função exclusiva do Estado).
À empresa terceirizada cabe a execução às atividades-meio, tais como:
·       Limpeza, conservação predial, manutenção dos equipamentos e estrutura disponibilizada aos apenados.
·       Alimentação balanceada.
·       Assistência material, incluindo lavanderia, rouparia, kits de higiene pessoal.
·       Assistência jurídica, incluindo acompanhamento de processos.
·       Atividades laborais e esportivas.
·       Cursos profissionalizantes.
·       Suporte psicológico, social, ocupacional e religioso.
·       Atendimento médico, farmacêutico e ambulatorial.
·       Atendimento odontológico.
·       Sistema de segurança eletrônica, com gravação de imagens.
A empresa trabalha, em conjunto com o Governo do Estado do Amazonas, no apoio necessário às autoridades na investigação da ocorrência e na elucidação dos fatos que levaram aos lamentáveis acontecimentos.
A empresa esclarece que, tão logo liberada a unidade pelas autoridades policiais, retomou de imediato o seu pleno funcionamento.
Informamos ainda que o atendimento às famílias e todas as informações referentes  à crise no Compaj estão sendo repassadas pelo Centro de Comando e Controle, criado pelo Governo do Amazonas para gerir crises no Estado.
*Enviado pela assessoria.

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