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Prefeitura cumpri ordem judicial e derruba quiosques construídos irregularmente no complexo ferroviário

Prefeitura cumpri ordem judicial e derruba quiosques construídos irregularmente no complexo ferroviário

A prefeitura de Porto Velho (RO) cumpriu na manhã desta quarta-feira (12) a decisão da procuradoria da república no Estado conforme Ofício de força de despacho com os números 295 e 246, a demolir os quiosques que existem no complexo ferroviário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré na antiga e atual Vila Ferroviária. Na data de hoje dois imóveis foram destruídos, segundo a prefeitura os demais serão demolidos em breve.

Tais quiosques estavam servindo de abrigos para moradores de ruas e usuários de drogas da região. A área faz parte do complexo do patrimônio tombado e se arrasta há anos no esquecimento. A construção dos quiosques na vila foram realizadas de maneira irregular pela antiga administração, feita pelo ex-prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho (PT).

Para o vice-presidente da Associação dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (Assofermadmoré), George Telles de Menezes (Carioca), a obra realizada pela antiga gestão do PT jamais poderia ter sido construída em área tombada, por isso a atual gestão da prefeitura de Porto Velho cumpriu com o seu dever em ajudar a preservar o patrimônio em demolir os imóveis.

— Essa obra foi construída irregularmente pelo ex-prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho (PT) , feriram a legislação e a portaria 231/2007 do Patrimônio Histórico do Iphan Nacional. Tudo isso que nós vemos aqui foi um crime ambiental que fizeram, pois invadiram o sítio histórico — exclamou George Menezes.

Carioca alerta todos os órgãos envolvidos com zelo do complexo ferroviário, que respeitem a Portaria 231 e o decreto Lei 25/37 para que nada seja feito irregular novamente, pois só assim a rica e lendária história de todo o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré poderá ser revitalizada de forma correta — já basta a nossa EFMM passar por mãos incompetentes que não valorizaram o nosso patrimônio histórico.

Fonte: Assessoria

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