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Exército e Forças Estaduais de Segurança fazem operação de varredura e revista na Unidade Prisional do Pura quequara

Exército e Forças Estaduais de Segurança fazem operação de varredura e revista na Unidade Prisional do Pura quequara

Militares do Exército, da Polícia Militar (PM) e Polícia Civil (PC) realizaram, nesta segunda-feira (17), uma operação de varredura e revista na Unidade Prisional do Puraquequara. A revista identificou e apreendeu drogas, armas e celulares.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, cerca de 700 servidores participam da operação. Comboios do Exército começaram a chegar por volta das 5h30, juntamente com os grupos especializados da PM, PC e agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). O efetivo entrou no presídio por volta de 6h.

Até às 15h, foram encontrados 37 aparelhos celulares, 54 facas, um revólver. 38, uma pistola .380, 297 substâncias entorpecentes, nove barras de ferro, 125 materiais perfurantes, 29 munições.

Segundo o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, o número de objetos encontrados é menor que o apreendido na última revista da Unidade. “A quantidade de material apreendido nessa revista foi bem menor que nas revistas anteriores, isso mostra a eficiência das operações. Futuramente, com a utilização de equipamentos de escaneamento de corpo, vai haver uma baixa muito significativa, pois na maioria dos casos esse material entra por meio dos visitantes", disse.

O coordenador da Operação pelo Comando Militar da Amazônia (CMA), tenente-coronel Sérgio Oliveira, explicou que os detectores de metais do Exército Brasileiro foram essenciais para localizar objetos escondidos. "Durante as revistas de hoje foram localizadas duas armas por dentro de uma parede de concreto, o que dificilmente seria encontrado se não tivéssemos com os detectores. Disponibilizamos, ainda, duas aeronaves e cinco embarcações para dar suporte à operação", afirmou.

O secretário de Administração Penitenciária, coronel Cleitman Coelho, destacou que a Seap trabalha para diminuir cada vez mais a entrada de objetos nas unidades prisionais. “Nós temos a possibilidade que essa entrada de objetos seja por meio de visitantes ou de arremessos. Estamos trabalhando muito forte na tecnologia e monitoramento para que possamos diminuir cada vez mais essa entrada de objetos”, comentou.

Além do Exército, Polícias Militar e Civil e agentes da Seap, a Operação contou com apoio do Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Eletrobrás, Marinha e Aeronáutica.

Fotos: Lindemberg Cavalcante

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