São Paulo, 11 de outubro de 2017 – Hand spinners são a nova moda, inclusive entre crianças, ao redor do mundo. Neste ano chegaram à 18ª posição entre os 20 brinquedos mais vendidos nas Amazon.com. Enquanto todo spinner apresenta um risco de sufocamento em razão das peças pequenas, os gadgets movidos a bateria também podem apresentar perigo de incêndio no momento em que são carregados. A Comissão de Segurança de Produtos para Consumidores (CPSC na sigla em inglês) criou, com isso, uma série de recomendações para fabricantes e usuários.

O brinquedo tem três ou quarto saliências ao redor de um círculo no meio. Ao segurar o brinquedo, a criança faz essas pontas rodarem com seus dedos. A maior parte desses brinquedos são colocados em movimento de forma mecânica, mas algumas versões, no entanto, usam baterias de lítio, relativamente seguras, mas como estamos falando de um escopo de bilhões de baterias ao redor do mundo, é inevitável que algumas falhas ocorram.

"O fogo causado, mesmo por uma pequena bateria de lítio pode se alastrar de forma rápida e imprevisível, diz Jose Antonio de Souza Junior, Gerente de Operações da UL do Brasil, empresa especializada em certificações e segurança.

O spinner é apenas um dos muitos brinquedos eletrônicos movidos a bateria de lítio a que os consumidores tem acesso. Outros exemplos são os hoverboards, skates elétricos, e-bikes, e até mesmo drones. Por isso, é necessário atenção.

Pode-se dizer que o mercado global para baterias de lítio evoluiu significativamente nos últimos 25 anos e tem estimativa de crescimento de 11.9 bilhões de dólares em vendas até 2020. Esse tipo de bateria segura mais energia e tem um tempo de vida últil bem maior, fazendo dela a fonte de energia ideal para transformar a maneira como aprendemos, trabalhamos, brincamos e viajamos.

Por mais de uma década, a UL tem se dedicado a pesquisar as questões que afetam as baterias de lítio a fim de ajudar fabricantes a entender como reduzir o número de incidentes de perigo. A empresa emprega uma equipe de engenheiros que testa esse sistema de baterias em seu laboratório, antes que sejam introduzidas no mercado. Com uma necessidade cada vez maior por essa tecnologia combinada a desafios para garantir a segurança, a UL atende a um número razoável de demandas pelo mundo, as quais partem de fabricantes, governo e consumidores.

"O manual do fabricante que fala sobre a maneira correta de carregar o eletrônico sempre tem de ser seguido, seja um brinquedo, um computador ou um smartphone. É importante que o consumidor entenda a necessidade, em termos de segurança pessoal, de usar carregadores originais, além de verificar se o produto é certificado", explica Junior, que acrescenta que baterias não devem ser deixadas sozinhas para carregar.

Sobre a UL

A UL é uma empresa global independente de segurança que defende o progresso há mais de 120 anos. Seus quase 12.000 funcionários são guiados pela missão da UL que é promover o trabalho e ambientes de vida seguros para todas as pessoas. A companhia utiliza pesquisas e padrões para avançar de maneira contínua e atender a necessidades de segurança em constante evolução. No Brasil, a UL está há 16 anos prestando serviços de segurança que envolvem certificação, ensaio, avaliação, treinamento e validação, atendendo a uma grande variedade de indústrias e produtos, como válvulas industriais, tubulações, tanques e equipamentos eletroeletrônicos, brinquedos, fios e cabos, bens de informática, entre outros. www.ul.com.br

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