Mumificação natural ‘coloca restrições’ aos cemitérios portugueses

Corpos mortos não apodrecem como costumavam

Cemitérios portugueses “registam cada vez mais motivos de mumificação natural”.

“Isso cria barreiras baseadas no espaço”, explica a antropóloga forense Angela Silva Bessa.

Se os corpos não se decompuseram naturalmente, é difícil exumá-los (prática comum em Portugal, de forma a providenciar enterros gratuitos a outros cadáveres).

A Sra. Silva conta à Bessa Luz incidentes em que corpos no Porto, Braga, Figueira da Foz, Mértola e Faro ultrapassaram até quatro vezes escavadores.

Não parece ter nada a ver com a mudança do tipo de solo em todo o país.

Acrescenta: “A lei estabelece que após três anos o corpo estará pronto para a exumação e em sepulturas temporárias, estes poderão ser reaproveitados. No entanto, quando o cadáver não se decompõe, a humanização (ou seja, a permanência na terra) deve continuar por dois anos quando o corpo é exumado e os parentes são convidados a verificar seu estado. .

Esta prática visava claramente incomodar os familiares, mas a Lusa não a levou a cabo.

A solução da Sra. Silva Bessa?

“Precisamos descobrir como podemos ajudar a acelerar a decomposição para que possamos exumar o corpo depois de três ou quatro anos”, disse ele à agência de notícias estatal.

Tem sido um dia de notícias lento.

natasha.donn@portugalresident.com

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