Portugal precisa de um “choque na oferta de habitação”.

Referindo-se aos setores público e privado e aos proprietários privados em Portugal, “devemos unir-nos, este setor tem de unir-se num esforço prático” porque “juntos podemos encontrar soluções”, disse Miguel Pinto Luz.

O ministro falava na abertura da discussão sobre “Políticas Públicas de Habitação: Estratégias e Soluções” no âmbito dos Prémios Imobiliários, Editais Expresso e SIC.

Miguel Pinto Luz, que enumerou algumas das medidas que integram o plano do Governo, disse que é necessário “um choque de oferta” porque só “mais oferta” poderá “fazer face a este flagelo”, que é a dificuldade de acesso à habitação.

Salientando que o problema só pode ser resolvido de forma unida, não agressiva e sem complexos ideológicos onde todos possam contribuir, o ministro acrescentou que este governo não deve contar com o jogo da culpa.

“Não esperem que este governo jogue este jogo de culpa […] Que tudo que foi feito no passado estava errado. Não, muitas coisas estão boas, outras precisam ser revistas, outras precisam ser feitas de forma diferente, outras não são feitas”, afirmou.

Miguel Pinto Luz disse que a oferta pública de habitação tem de aumentar, mas destacou que “para este choque de oferta é necessária a iniciativa privada, que é absolutamente necessária”.

Relativamente à reversão de algumas atividades da Mais Habitação, o governo quer tratar o que é diferente e o que é igual, por isso nos abrigos locais quer “conformar-se” no curto prazo com base nos políticos. Uma reversão de contribuição extraordinária para o campo.

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