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Espetáculo musical “Os Saltimbancos” retorna ao Teatro Amazonas no Dia das Crianças

Uma montagem que foi recorde de público no ano de 2015 e um verdadeiro sucesso entre crianças, jovens e adultos, o espetáculo musical infantil “Os Saltimbancos”, retorna ao palco do Teatro Amazonas na quarta-feira (12), em dois horários, 18h e 20h, com entrada franca, para celebrar, em grande estilo, o Dia das Crianças.

Uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, a peça “Os Saltimbancos” é considerada uma das mais expressivas obras de teatro musical dedicada ao público infantil, no Brasil, e narra as aventuras de quatro bichos que, sentindo-se explorados por seus donos, resolvem fugir para a cidade e tentar a sorte como músicos.

Com o envolvimento de todo o núcleo de artes do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, o espetáculo terá a encenação de 116 alunos no projeto, com arranjos musicais feitos pela coordenação de música do Liceu e criados especialmente para a produção, participação dos corais infantis, formando um grande time de artista que voltam a mostrar seu talento no mês dedicado às crianças. Todo o arranjo musical, coreografia e figurinos foram feitos para a produção do Liceu, que é considerada uma das melhores sobre o espetáculo, já realizadas no Brasil.

A direção geral e concepção é do professor Jorge kennedy, direção musical e regência do maestro Davi Nunes, direção de teatro, Tiago Oliveira, coordenação coreográfica de Baldoíno Leite, coreografia de Kelson Nunes e Michel Magalhaes, preparação vocal de Misael Printes, regência de corais de Hugo Pinheiro e Hilo Carriel, Orquestra de Cordas de Elena Koynova, Orquestra de Sopros de Oromides Souza e coordenação geral de Cristiana Brandão.

A fábula musical foi traduzida e adaptada para o português por Chico Buarque de Hollanda em 1977, da peça teatral de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, que por sua vez haviam feito uma adaptação do conto “Os Músicos de Bremen”, dos irmãos Grimm, como uma alegoria política, na qual o Burro representaria os trabalhadores do campo; a galinha, a classe operária; o cachorro, os militares e a gata, os artistas. O barão, inimigo dos animais, seria a personificação da elite, ou dos “detentores do meio de produção”.

“Ficamos imensamente felizes com a recepção do público que, ano passado, compareceu em peso ao Teatro e pediu bis. Isso mostra a qualidade do trabalho desenvolvido pelos nossos jovens artistas, com a orientação acertada dos profissionais do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro”, declarou o secretário de Estado de Cultura, Robério Braga.

Para mais informações sobre outras ações, projetos e atividades desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Cultura, acesse facebook.com/culturadoamazonas e o Portal da Cultura (www.cultura.am.gov.br).